Foco na segurança: cuidados na produção dos injetáveis Pharmaesthetics

fevereiro 26, 2026
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Desde sua fundação, há sete anos, a Pharmaesthetics segue um preceito fundamental: fornecer a seus clientes produtos não só de ótima qualidade, mas de alta segurança. Exatamente por isso, tanto a planta como os protocolos para a fabricação de injetáveis de ácido hialurônico foram idealizados para atingir os melhores patamares quando se trata desse quesito.

Da paramentação da equipe ao tipo de ventilação existente na sala, do gestual na manipulação de componentes aos rituais de higienização, tudo é organizado para minimizar ao extremo os riscos de contaminação. Conheça os principais passos seguidos pela empresa para entregar ao mercado produtos que apresentam grande confiabilidade.

O controle começa pelo ar

O cuidado se inicia no ambiente dedicado à fabricação dos injetáveis. A sala de produção é considerada uma área limpa e hoje, em parâmetros aferidos por certificação externa, é classificada como Grau C – ou seja, com controle adequado das micropartículas existentes.

Para entrar na sala, os membros da equipe passam por uma antecâmara. O controle de pressão entre a sala e a antecâmara e entre esta e o ambiente externo cria duas varreduras em sequência, levando para fora eventuais materiais particulados presentes nos uniformes e nos equipamentos de proteção individual (EPIs).

Na sala, um sistema de filtragem de ar específico, chamado HEPA, reduz drasticamente a presença de partículas viáveis (microorganismos) e de partículas inviáveis (provenientes, por exemplo, de metais, papel, areia, poluição ou de células mortas). Esse mesmo sistema também proporciona uma circulação de ar laminar – em vez de ser injetado no local por meio de um fluxo rápido e contínuo, o ar circula em um movimento suave e ordenado. A vantagem é diminuir a turbulência e evitar a agitação das eventuais micropartículas que ainda persistam na área de trabalho.

Cuidado total no preparo da equipe

Se no ambiente de fabricação tudo é acompanhado em detalhes, o mesmo vale para os rituais performados pela equipe envolvida na produção dos injetáveis.

Há duas áreas separadas no vestiário. Na chamada área suja, o colaborador despe a roupa com que veio de casa e a deixa armazenada em um armário. Na sequência, passa para a área limpa, onde se higieniza e se paramenta com um uniforme previamente higienizado e esterilizado (a roupa cobre todas as partes do corpo e lembra um escafandro, mas não é rígida, e sim feita de tecido).

Ao entrar na sala de produção, os integrantes da equipe são orientados a ter gestos delicados tanto em seus deslocamentos como na manipulação dos materiais utilizados. Quando não estão mexendo no produto, devem manter as mãos para o alto, evitando movimentações e toques (nos equipamentos, no colegas) desnecessários.

Ao final do turno, toda a paramentação utilizada pela equipe é encaminhada para nova higienização e esterilização. E vale mencionar: durante o trabalho, testes microbiológicos são feitos nos uniformes em uso. Esses testes são rotineiros (diários) e servem para monitorar contaminações.

Atenção voltada também para os equipamentos

O material e o maquinário envolvidos na produção dos injetáveis de ácido hialurônico são, igualmente, objeto de muita atenção. Todos os equipamentos utilizados passam por uma área especialmente dedicada a seu preparo, na qual as peças são limpas e esterilizadas em autoclave.

As cabines nas quais os injetáveis são fabricados sofrem uma limpeza completa entre a produção de cada lote de produto. E, durante os turnos de trabalho, a higienização de bancada é contínua. Os integrantes da equipe usam tecidos e álcool estéreis para manter tudo em perfeita ordem.

Todos esses procedimentos são validados por uma certificação que ocorre anualmente. A cada final de ano, a fábrica para de funcionar por cerca de um mês, período no qual uma série de testes é realizada para avaliar se tudo está sendo feito da maneira ideal. Os trabalhos são retomados somente quando esse processo é concluído, dando início a um novo ciclo de geração de injetáveis.

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