Ultrassom microfocado e radiofrequência: detalhes sobre as tecnologias, que tratam os sinais de envelhecimento

agosto 18, 2026
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O Revitalift, uma plataforma completa e abrangente de radiofrequência bipolar microagulhada vem se juntar ao Visalift, ultrassom microfocado já oferecido pela empresa, ampliando o leque de soluções para tratar os sinais de envelhecimento.

Comparando os equipamentos

O Visalift é um aparelho de ultrassom microfocado completo e abrangente. Tem três ponteiras em formato de caneta para o uso na face e, além delas, duas outras direcionadas para o uso corporal. Seu modo de ação é criar micropontos de coagulação sob a superfície da pele, em profundidade que pode variar entre 1,5 mm e 4,5 mm (quando se trata do rosto) e 8 mm e 13 mm (considerando-se os tratamentos corporais). Atua estimulando a síntese de colágeno e reorganizando o colágeno já existente (quando aplicado em profundidade mais rasa ou intermediária) ou provocando uma contração no SMAS, tecido entre a gordura subcutânea e a musculatura (no caso de a energia ser direcionada mais profundamente).

“O Revitalift, por sua vez, utiliza agulhas para microperfurar a pele e, ao mesmo tempo, estimulá-la por meio da radiofrequência, que provoca um dano térmico controlado”, explica a biomédica Isabel Garcia, speaker e consultora científica da Pharmaesthetics.

As próprias agulhas, que são revestidas com ouro 24 quilates, funcionam como condutoras da energia. Os cartuchos contam com 10, 25 ou 36 agulhas alinhadas em fileiras, ou seja, conseguem cobrir áreas menores ou maiores, dependendo do número de agulhas existentes. Além disso, escolhe-se entre os tipos isolado ou não isolado. A diferença? Quando o cartucho é isolado, a radiofrequência se concentra na ponta da agulha.

Já se é do tipo não isolado, isso significa que a energia percorre a agulha inteira, ou seja, estimula da epiderme à derme.

A profundidade alcançada pela agulha e, por consequência, pela radiofrequência, é determinada pela regulagem feita antes da aplicação, atingindo de 0,5 mm a 3,5 mm. É essa escolha, assim como a seleção do tipo de cartucho – isolado ou não isolado – que vai determinar como será a ação da tecnologia. “Quando, por exemplo, se usa um cartucho não isolado em uma profundidade menor, ela provoca uma lesão térmica mais superficial”, explica Isabel Garcia. “A opção por um cartucho isolado aliado a uma profundidade maior direciona a ação da radiofrequência somente para a derme, sem gerar nenhum tipo de ablação”, complementa a biomédica. Sintetizando, as opções de protocolo são variadas.

Vale destacar: a plataforma Revitalift conta também com uma ponteira de crioanestesia, que dessensibiliza a área a ser tratada e torna o tratamento mais confortável. Outro diferencial que ajuda a minimizar o incômodo é a sucção criada pela ponteira de radiofrequência propriamente dita – ela estabiliza a pele, firmando-a e facilitando a aplicação.

Quando usar cada uma das tecnologias?

Os detalhes listados no tópico anterior já evidenciam a versatilidade de ambas as tecnologias, algo que se concretiza com a combinação dos recursos – ponteiras, cartuchos, tipos de agulha – disponíveis para o profissional de saúde. Mas cada um dos equipamentos tem suas especificidades no que se refere aos benefícios obtidos.

O ultrassom microfocado é extremamente eficiente na promoção da firmeza e da síntese de colágeno e na redefinição dos contornos faciais. Dependendo da maneira como é utilizado, pode ainda incidir sobre a gordura e ajudar a afinar rostos mais arredondados e pesados. No corpo, melhora a firmeza, auxilia no combate à gordura localizada e ajuda na definição das formas. O aparelho tem a vantagem de ser indolor, provocando, no máximo, um leve incômodo.

A radiofrequência bipolar tanto estimula a síntese e a reorganização de colágeno e de elastina como viabiliza um processo de ressurfacing controlado e com recuperação acelerada (as lesões provocadas acontecem em um padrão fracionado, o que proporciona esse resultado). Quando regulada para promover o ressurfacing, traz melhora na textura e no aspecto dos poros, minimiza manchas avermelhadas e amarronzadas, propicia a redução de linhas finas e moderadas e suaviza cicatrizes de acne e estrias.

Ao estabelecer as estratégias de um tratamento, o ideal, na maioria dos casos, é combinar as duas tecnologias.

Assim, se atinge um efeito mais global, principalmente quando o objetivo é tratar os sinais de envelhecimento. Lembrando que a prescrição deve ser sempre customizada de acordo com as necessidades de cada paciente e que deve-se respeitar intervalos mínimos entre as sessões.

“Eles podem variar entre 30 e 90 dias, dependendo da extensão e da profundidade de aplicação”, esclarece Isabel Garcia.

Para conhecer o Focus Dual, outro equipamento de alta tecnologia recém-chegado ao portfólio Pharmaesthetics, confira este post.

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